Generosidade...

v Ensine a outros o que você sabe: não importa se é a receita de um cachecol, do maravilhoso prato de família, aquela dica infalível para sair do aperto... Quando a gente é mesquinho, vive pequeno! Seja generoso, mesmo se o segredo compartilhado é parte do seu sustento, afinal, sempre vai ter quem prefere comprar pronto e - com certeza - sempre vai ter quem precisa da sua dica para por o pão de cada dia na mesa. Viva grande!

quinta-feira, 6 de março de 2014

Quem é que...

... teve a casa invadida e assaltada neste Carnaval?

(Dona Rosa levantando a mão e respondendo com a voz tremelenta, sofriiiiida...)

Pois é... Tudo começou na sexta feira - eu não queria ir. Tava sentindo um desconforto, uma ansiedade maior que a normal. Daí a gente tava carregando as coisas pro carro, minha rua movimentada, a vizinhança parada nas suas portas, papeando, tomando deforota, e eu reparei num carro branco, subindo e descendo devagarinho a ladeira, com quatro rapazes dentro, espiando o movimento, um deles no celular... Ainda disse pro Marildo: "São ladrões, eu aposto...". Ele me respondeu: "Deixa de ser preconceituosa, são só rapazes passeando de carro. E - se forem - seja o que Deus quiser". 

Bom, acho que Deus não tem nada que querer isso - gente ruim é ruim porque é. 

Pleno almoço de domingo de Carnaval minha mãe me liga no celular e, toda nervosa, me diz que ladrões tinham entrado na minha casa... O Marildo nem almoçou, de tão nervoso. A Lolinha chorou, bem quietinha, triste, porque sabia que teriam levado o tênis novo que ela tinha dado pro irmão...

Arrumamos as tralhas e voltamos prá São Paulo - sem trânsito, tranquilo de tudo. 

Quando chegamos em casa...

Eles fizeram assim: duas e meia da madrugada de domingo meu vizinho acordou com a barulheira das minhas cachorras. Olhou pela janela e viu dois homens parados na minha porta, mas disse que deviam estar fazendo xixi na árvore, porque logo foram embora e ele voltou a dormir.

Subiram no poste e cortaram a linha telefônica - assim o alarme não funciona. Vieram preparados com ferramentas e uma garrafa de Smirnoff Ice, que largaram vazia prá trás. 

Desparafusaram as chaves tetra da porta da frente - foram até organizados: iam fazendo isso e arrumando os parafusos bonitinhos no parapeito da janela... Não conseguiram abrir a porta - são boas mesmo essas fechaduras. 

Então, partiram prá entrar pela janela da copa - pois não se arriscariam a ir no quintal, com medo das cachorrinhas... Serraram as grades protetoras - duas em cima e embaixo, duas somente embaixo e essas eles torceram prá cima. Empurraram o vidro e ficaram com uma abertura de 40 por 45 cm prá passar - devem ser artistas de circo, contorcionistas nas horas vagas. 

Uma vez lá dentro procuraram chaves prá abrir alguma porta e, não encontrando, subiram até o meu quarto e, com pé de cabra, forçaram a abertura da minha porta balcão. Enquanto um deles fazia isso (e um tremendo barulhão na madrugada, mas nenhum vizinho se dignou a ligar prá polícia...) o outro vasculhou tudo, esvaziando gavetas, guarda-roupas, maleiros, armários, caixas... 

Comeram do que tinha na geladeira, separaram o que podiam levar e, desistindo da porta - que é mesmo muito pesada e sólida, de ferro - foram embora pelo mesmo buraco que entraram, como ratos... 

Debaixo da janela ainda ficou meu ventilador portátil, que desistiram de levar no último minuto.

Parecia que um furacão havia passado pela casa... Mais triste do que saber que levaram bens que você batalhou prá comprar, mais triste do que ver as roupas espalhadas e pisoteadas pelo chão, ver tudo revirado, é a revolta pela profanação do teu lugar sagrado - o lar onde você vive o cotidiano, onde se alimenta, se deita e se levanta, onde adoece e se cura... 

Sensação de impotência...

Você se consola pensando que, pelo menos desta vez, não batizaram o sofá clarinho com vinho tinto, não esfregaram doce de leite nas paredes, não fizeram cocô no chão da área de serviço - pelo menos. Se dá conta de que ninguém se feriu...

Mas nada faz desaparecer a revolta...

O seguro cobre as perdas materiais, mas a alma da gente perdeu um tantinho a mais da antiga tranquilidade. Minha vizinha da frente teve o filho sequestrado há uns dez dias, quando chegava prá visitá-la... Depois de obrigaram o rapaz a sacar tudo o que podia nos caixas eletrônicos o abandonaram sem o carro bem longe, no Jardim Nordeste. O carro apareceu três dias depois, todo depenado. Por sorte não foi morto...

Durante o Boletim de Ocorrência na delegacia o Marildo ficou sabendo que éramos a quarta queixa do tipo naquele dia, ali no Bairro: minha amada Penha é, estatisticamente falando, o pior bairro prá se morar, a campeã de furtos e assaltos... Semana passada, na rua de baixo, dez casas foram assaltadas às sete horas da manhã, num tipo de arrastão.

Isso dói. Minha mãe nasceu aqui, eu nasci aqui. Conheço cada rua e cada travessa, cada vendinha onde eu comprava fiado na infância, cada loja que fechou, todas as igrejinhas, as praças... Minha amada Penha, abandonada pelo Poder Público, onde a polícia só faz ronda nas boas padarias, na hora que as gostosuras acabaram de sair do forno. Minha amada Penha, tão bela, com suas ladeiras arborizadas, sendo devorada viva por ladrões...

Aí bate a vontade de pintar um cartaz bem grande e pendurá-lo na fachada da casa:

"Senhores ladrões: ainda somos felizes e ainda temos fé em Deus - isso vocês não vão roubar da gente. E, mais cedo ou mais tarde, vocês vão receber o que merecem."

De que ia adiantar? São impermeáveis a sentimentos, totalmente vazios de solidariedade, compaixão...

Nessa hora, tento não odiar, lembrando que Jesus, ao ser crucificado, tinha um ladrão de cada lado - e a um deles garantiu o Paraíso. 

Só Deus prá pesar cada coração, não é mesmo? Deixemos prá Ele o julgamento.

Seguir vivendo, trocando janelas por novas, reforçando as travas nas portas, comprando de novo o que era nosso e agora está em outras mãos. 

Seguir vivendo pedindo a Deus proteção aos que amamos e fazendo força prá acreditar que, um dia, os corações dos maus serão alcançados pelo arrependimento - se não for assim, só sobra o medo.

E xô tristeza, porque nessa hora, enquanto eu termino de ajeitar a casa que eles invadiram e profanaram - mas que me foi dada por Deus, a custo de muito trabalho - eles tramam outra maldade, mas não prosperam. O mal está fadado ao fracasso porque Deus é maior que tudo...

24 comentários:

  1. Rosa

    Lamentável essa situação mas Rosa... seus vizinhos hein? duvido que apenas um vizinho tenha percebido o ocorrido pois foi movimento na madrugada, barulho, gente na frente da tua casa, os cachorros latindo e imagino que os latidos devem ter sido desesperados. Algum deles devia ter ligado para a Polícia. Era o que podiam fazer naquele momento já sair para enfrentar, de peito aberto, os bandidos não dá.
    Vc já deve ter visto na TV, notícias sobre vizinhança solidária, será que não se pode fazer isso na sua rua? Fico imaginando se todos os vizinhos tivessem saído para as ruas com apitos, lanternas, carros fechando a rua, com coisas que fizessem barulho (quem sabe fazer o panelaço), além de alguém ligar para a polícia, não teriam esses bandidos fugido a pé sem levar nada, deixando tudo p/trás pois é preciso tempo para serrar grades, tentar abrir porta com fechadura tetra, desarmar alarme e etc...

    Estou revoltada contigo pois na minha casa já aconteceu de entrarem também em nossa ausência e sei o que é esse sentimeto frustrante que se sente. Dá vontade de mudar de bairro, não é?! e não se dorme tranquila por alguns dias.

    Rosa, apesar das perdas financeiras, vocês estavam juntos, bem longe de tudo isso, em segurança. Deus que sempre os ajudou, continua a ajudá-los. Sei que dá raiva mas...não alimente isso por dias, semanas, meses pois esse sentimento adoece o corpo físico em menos de 1 ano. Você está certa, põe na mão de Deus e deixe que ele se encarrega do destino de cada um.

    O material se foi mas o amor, a união, a companhia uns dos outros continua firme e sólida e isso é a verdadeira riqueza.

    Desinfeta a casa dessas energias que eles deixaram com orações, Evangelho no Lar e siga em frente, segurando na mão de Deus. Há casos piores e graças a Ele vocês estavam longe.

    Bjs

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    1. Sabe, Fatinha, de madrugada, quando eu abro o portão prá levar minha filha no metrô, todos os cachorros da vizinhança dão alarme, não são só os meus. Com certeza foi uma tremenda barulhada e ninguém teve a decência de ligar prá polícia... No fundo, isso é o que mais revolta...

      Beijos e obrigada, minha querida.

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  2. Minha querida amiga, o que dizer num momento tão triste e difícil. Ainda bem que vocês não sofreram nada fisicamente. Só o coração que fica triste e partido. Tudo que temos é sempre conseguido à custa de trabalho, sacrifícios, lutas. Já senti isso na pele por dezenas de vezes na casa da praia e sei muito bem o que você está sentindo. É revoltante saber que invadiram o que é seu, é sentir-se invadida na sua intimidade. E o pior é ouvir do delegado:"Não adianta ir atrás, são "pés-de-chinelo". Eles podem ser pés-de-chinelo mas roubaram o que é meu.
    Minha querida, solidarizo-me com você. Fiquei triste por você. Muitos podem pensar que são só bens materiais, mas cada uma das peças que lhe roubaram tinha uma história, um pouco da vida de cada pessoa da família.
    Os vizinhos até podem ter visto ou ouvido alguma coisa, mas o medo que eles sentem também, deve tê-los feito pensar em não agir. Não se sabe se estavam armados ou não.
    De qualquer forma, querida Rosa, tenha fé. Que o Senhor lhes dê força para superar este acontecimento. Não guarde mágoa pois a única que sofrerá com isso será você. Abraços sinceros e fraternos para todos. Beijos carinhosos para você.

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    1. É, Ligia querida, eu bem sei que não estou sozinha nesse tipo de infortúnio - a bandalheira tá correndo solta por aí. Quanto ao medo dos vizinhos, eu acho que não é bem por aí - os ladrões nem iam saber qual vizinho ligou. É inércia mesmo, é aquele pensamento de "não é comigo, então não me importo"... Ficamos de mãos atadas e chateados, só nos resta agradecer a Deus por novamente não haver ninguém em casa...

      Beijos e obrigada pelo apoio, minha querida amiga.

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  3. Rosa...como eu a entendo!
    Meu carro e meu quarto de arrumos já foram assaltados inúmeras vezes!
    Eu já fui assaltada em plena via pública e ainda hoje tremo com a triste experiência que vivi!
    Nada compensa...a perda que sentimos...bem como a mágoa!!!
    Bj amigo e tente superar esses maus momentos!

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    1. Obrigada, Maria da Graça querida, por suas palavras de consolo. Que Deus também te console, nessa dor que parece atingir cada vez mais gente...

      Beijos.

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  4. Entendo teu sentimento, eu já passei por isso. Cheguei em casa depois de um feriado prolongado e não tinha nem capacho na porta. E eu não tinha dinheiro para comprar tudo de novo porque dois meses antes o Collor tinha levado tudo na calada da noite. Só nos restaram as roupas que havíamos levado na viagem. Defecaram e urinaram minha casa toda, esfregaram nas paredes. Foi o erro dos ladrões porque isso me deixou com ódio.Fiz um emprestimo no banco e paguei á polícia para achar. E acharam, um por um dos ladrões, e cada uma das coisas roubadas. Mudei-me para um apartamento, com muros altos, sistema de alarme, porteiro, segurança interno, segurança externo, câmeras que cobrem todos os centímetros do condomínio e estou eu presa e a ladroagem solta, invadindo outras casas, roubando outras pessoas. Cada vez mais me convenço que o mundo está dividido entre dois tipos de pessoas, os com noção e os sem noção. O problema é que os sem noção se tornaram maioria.
    E a gente vai sobrevivendo e torcendo para não acontecer o pior.
    Joana

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    1. Nossa, Joana! Com você ainda foi bem pior!!! Que triste, a quantas anda a maldade desse mundo. O que será isso? Revolta, inveja? Que tipo de ser humano faz isso? Graças a Deus você não se machucou, nessas horas a gente tem que se apegar no bem maior que ficou, que é a vida.

      A gente tem que rezar muito prá Deus, por proteção, por consolo, prá não perder a fé na vida...

      Beijos, minha querida.

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  5. Oi amiga!
    Que tristeza!Estou indignada por você, sei como é ter nosso lugar sagrado ser profanado por pessoas desse tipo.
    Mas Deus é maior e te dará em dobro tudo que eles levaram.
    O ano passado passei por algo semelhante, no começo me revoltei, depois me conformei.
    Engraçado que ontem a noite estava falando com meu marido na ideia de colocar umas armadilhas dentro de casa, mas meu marido me perguntou se eu queria chegar em casa e dar com um homem mortinho na minha sala, respondi que não. E é assim, pessoas de bem não conseguem nem fazer mal a uns tipos assim.
    Graças a Deus que não machucaram as cachorinhas,né?
    Bjus e fica com Deus minha amiga.

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    1. Esse era um dos meus maiores medos, que alguém fizesse mal às minhas meninas que estavam no quintal. Já pensou, tem tanta gente má...

      Mas olha, eu não digo matar, mas já me ocorreu a ideia de eletrificar cada maçaneta, cada grade de janela, prá dar um choque daqueles nesses bandidos...

      Beijos, Márcia querida, e obrigada pelo consolo amigo.

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  6. Que triste Rosa! O sentimento de profanação é o que mais perturba penso eu. Também tive minha casinha assaltada 2 vezes, e os ladrões levaram todos os meus presentes de casamento, pois fazia pouco tempo que era casada.
    Hoje moro em apartamento e não tenho nenhuma saudades daquela casinha.
    Espero que Deus possa consolar seu coração e o da sua família, pois é muito triste passar por essa situação!
    Beijo querida amiga!

    Eliane (Mundo da Casa)

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    1. Eu até já pensei em mudar prá um apartamento, mas não conseguiria viver sem cachorros... Mas você está certa, a gente nunca mais olha prá nossa casa da mesma maneira, imagina o pilantra que meteu as mãos sujas nas suas gavetas, xeretando tudo... Dá uma tristeza...

      Mas obrigada pelo carinho, minha querida Eliane.

      Beijos.

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  7. Rosa, querida, que experiência devastadora!
    O meu abraço forte, o meu ombro, a minha amizade, sempre ao teu dispor.

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    1. Muito obrigada, Nina querida.

      Beijos.

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  8. Ai Rosinha querida, que desespero você deve ter sentido ao ver o seu lar profanado! Porque realmente a pior coisa é a profanação!
    Minha mãe passou por isso há uns seis meses e ela mora em apartamento no bairro da Lapa. É devastador.
    Pelo menos não machucaram suas cachorrinhas…
    Força querida, limpe a casa, defume tudo para tirar as energias negativas e permita-se um tempo para curar o susto e as feridas da alma.
    Receba meu carinho e um grande abraço

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    1. Graças a Deus as cachorrinhas ficaram bem, mas também devem ter levado um susto enorme, pobrezinhas. Os animais sentem mais do que a gente imagina...

      Beijos, Doutora querida. Obrigada pelo carinho.

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  9. Querida Rosa!
    Deus é bom e permitiu que tudo acontecesse sem a sua presença e da sua preciosa família!Em primeiro lugar está a nossa vida e dos nossos amores!
    Mas....como todo ser humano que trabalha honestamente para ter conforto e dar conforto à família é triste saber que aquilo que adquirimos com muito trabalho foi parar em mãos de quem não quer nada com o trabalho!
    Sim,Rosa eu creio que você e sua linda família terão tudo de novo,pois Deus é Maior!
    Fique na Paz e que Deus os abençoe!
    Com carinho.........Cristina Peres RJ

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    1. É mais pelo trauma, porque realmente tudo o que é material é substituível. Graças a Deus todos estamos bem e vamos superar.

      Obrigada pelo carinho, Cristina querida. Fica com Deus.

      Beijo.

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  10. oi d rosa que dizer............ é revoltante, minha tia teve também a casa invadida a uns anos atras, meu tio tinha muito conhecimento aqui no bairro e chegou a saber mais ou menos quem tinha entrado na casa e sabe o que eles espalharam " QUE ELES TINHAM PERDIDO TEMPO QUE NÃO TINHA NADA DE INTERESSANTE NA CASA PRA ROUBAR...... ",fizeram a mesma coisa reviraram tudo chuparam sorvete e espalharam as embalagens pela casa, beberam a coleção de mini garrafas que minha tia tinha, levaram ate as carnes do freezer que ela tinha, enfim, acreditar na justiça dos homens eu infelizmente não acredito, mas da justiça divina essa ninguém foge. que deus acalme seu coração e lhe de forças para superar. bjs.

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    1. Isso mesmo, o que é deles tá esperando por eles, não perdem por esperar. São mesmo uns canalhas, sem Deus no coração. Nunca vão prosperar na vida, por mais que se apropriem do que pertence aos outros.

      Beijos, Elisabete querida. Obrigada pelo carinho.

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  11. Bom dia dna. Rosa! Até um fato como esse, a senhora consegue transformar.... Quero dizer que mesmo vivendo um absurdo desses, ainda consegue ser generosa e manter a essência de sua alma. É de fato revoltante. Mas vamos ter fé e esperança que a maior parte das pessoas não é ruim, que há mais bem do que mal. Um forte abraço.

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    1. Tudo passa na vida, o bom e o ruim. Isso também vai passar e um dia o coração da gente já não se sobressalta tanto quando os cachorros latem à noite... Vai passar, se Deus quiser.

      Beijos, Rosangela querida!

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  12. Ai Rosa,
    que "gastura" que me deu ao ler seu post. Espero que o tempo passe rápido prá sarar o mal estar que fica, a sensação de violação e impotência. Essas duas palavras foram as que eu usei quando fomos roubados também.
    é bem como vc falou, eles tramam o mal mas não prosperam. O mais importante ninguém pode roubar de vocês.
    Que Deus te abençõe, e que a memória dos dias felizes já vividos na sua casa predomine.
    Um grande abraço!

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    1. Obrigada, Elisana querida. É como você diz, o tempo cura tudo.

      Beijos!

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