Generosidade...

v Ensine a outros o que você sabe: não importa se é a receita de um cachecol, do maravilhoso prato de família, aquela dica infalível para sair do aperto... Quando a gente é mesquinho, vive pequeno! Seja generoso, mesmo se o segredo compartilhado é parte do seu sustento, afinal, sempre vai ter quem prefere comprar pronto e - com certeza - sempre vai ter quem precisa da sua dica para por o pão de cada dia na mesa. Viva grande!

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Férias!!!!!

Tem palavra mais saborosa? 

Bom, talvez lazanha... LA - ZA - NHAAAA. É, lazanha é mais saborosa - principalmente a minha... 

Mas estou de férias por duas semanas, viajei ontem à noite (esta é uma postagem programada - como eu sou tecnológica!!!); Ô coisa boa: escutar grilos prá dormir melhor:

Eu...

O "Marildo"...


Nossos bebês...

O "cão chupando manga", a cachorrinha feia mais bela do universo...

Então, durante um tempo, não vou estar postando. Mas quem gosta do blog, se quiser, pode xeretar as postagens passadas. Tem receitas de montão de tricô à máquina, tricô manual, crochê... Tem umas comidinhas bem boas (meu bacalhau gratinado é delicioso, vocês deviam experimentar...).

E tem muitas historinhas... Se você clicar no marcador historinhas vai poder ler algumas das mais lindas histórias de Malba Tahan, meu escritor favorito, todas adaptadas por mim especialmente prá vocês. Ou então, no meio delas, tem histórias minhas - prá quem gosta das lembranças de uma garota pobre que sempre prestou muita atenção na vida... Minha favorita? Esta.

Então, até agosto. Se deixarem comentários - vou adorar. Só que só vou poder responder quando voltar, então não pensem que, de repente, esqueci a educação... 

E não deixem minha janela sozinha - ela continua aberta, então tomem conta prá mim, prá nenhum ladrão entrar enquanto eu não estou...

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Casaco lindo e rápido!





Dois pacotes de Promenade, da Aslan - tá na ponta de estoque a menos de 16 reais o pacote com 5 novelos - um par de agulhas de tricô nº 12 e a minha receitinha: é tudo o que você precisa prá fazer rapidinho esse casaco maravilhoso, super quentinho e macio.



Receitinha de mãe:




Tão esperando o quê que ainda não foram na loja virtual da Aslan prá comprar essa beleza?

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Mais um!

Não falei que eu tava fazendo outro?

O que acharam? Um novelo da lã Amor, da Cisne, na cor branca, usada dupla (o fio de fora junto ao fio do miolo) crochetando uma correntinha até a lã acabar. Fica um fio grosso e macio, tipo chenile - uma delícia. Mas muito fino ainda pro cachecol...

O jeito foi usar uma sobra de Promenade branca, da Aslan, junto com ela - e tricotar os mesmos 7 pontos em tricô de braço, até o fio acabar. Daí costura com ponto invisível e pronto!


Mais um prá coleção das filhinhas...

Quer saber como faz esse cachecol em apenas 15 minutos? Volta duas postagens prá trás...

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Tricô de braço?!


"Minina!" Se você não tem jeito com agulhas, nunca aprendeu a fazer tricô na vida, agora é que você vai ficar feliz da vida: um cachecol lindo, super fofo, que você faz em 15 minutos!

Não, você não pirou de vez: fica pronto em 15 minutos mesmo!

Não é lindo?

A ideia veio daqui:

(Ainda fiz a Lola fazer pose de absorta em pensamentos igual ela...). Esta é Simply Maggie - tem muitas coisas boas no site dela...


Daí você começa a xeretar na internet e acha cobertor feito de tricô de braço, pela mesma moça (em apenas uma hora!!!):



E vê que esse tipo de tecelagem tá meio febre no resto do mundo... Um montão de gente postando fotos dos seus:


E ainda acha tapetes, tigelas e até uns sofazinhos feitos de crochê de braço (estes de Andrea Brena):




Feitos com tiras que são sobras de malha!

a tigela de crochê tirei DAQUI

É... Quando a gente quer, nem a falta de ferramentas pode nos impedir de criar coisas lindas e úteis...

Normalmente, em muitos dos vídeos de tricô de braço, as pessoas usam esse tipo de lã aqui:
Prá fazer o meu, usei aquelas lãs que comprei prá fazer um cachecol (e a loja me tapeou, vendendo metade do fio pelo qual paguei...). Tão pouca lã... Juntei com uma sobra de uma blusa de sei-lá-quantos-anos-atrás, em verde da prússia e fiz minha própria lã grossa:


Tá na receita quantas carreiras eu fiz prá cada cor, quantos metros rendeu. Daí foi só tricotar o cachecol com os braços - e levei exatos 15 minutos prá fazer (o meu cachecol tem menos pontos, menos carreiras - foi o que deu a lã...). 
Lado do ponto tricô

Lado do ponto meia
Como eu disse, tricotei até onde o fio deu, arrematei e costurei em círculo - chama cachecol infinito porque dá prá fazer com ele o símbolo do infinito:

A Nana adorou o resultado, diz que não gosta de ficar com as pontas do cachecol balançando soltas... - e vocês?

Sabe o que é bom? Como a fita de tricô que eu fiz é meia de um lado e tricô do outro, enrola naturalmente - daí dá prá esconder as emendas dos fios dentro da própria fita...

Quer fazer igual, mas não tem máquina de tricô prá criar seu próprio fio? Bom, procura uma tricoteira perto da sua casa... 

Ou então, vê só: a Aslan tem essa linha de fios, Ballet de France, que tem essas lãs tricotadas (chamadas "Trenza") - tanto lisas, quanto buclês. Compra e faz - jeito mole de ganhar dinheiro rápido, estamos no inverno, dá prá vender quiném cerveja na porta de estádio de futebol... 

Vixe, mas não tá acostumada a comprar pela internet e no armarinho perto da tua casa só tem as lãs mais comuns e as mais requipimpadas custam os olhos da cara? Então pega dois novelos de lã família ou mollet, faz com elas uma correntinha sem fim com agulha de crochê grossa, depois com essa correntinha faz o cachecol de braço...

Receitinha de mãe:

Vídeos prá aprender a tricotar com os braços:

Este foi o que eu achei mais fácil... 

Mas também tem esse aqui:

Agora: tô fazendo mais um. Pedi prá Nana crochetar inteirinho um novelo da lã Amor, da cisne, na cor branca e vou fazer um bem lindinho, super fofo e maravilhoso. 

Literalmente usando só as mãos...

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Pastel com história...


Hoje eu ensino vocês a fazer massa de pastel usando pinga - a conhecida cachaça ou aguardente de cana-de-açúcar - e, de quebra, vai a lembrança de como aprendi a fazer essa massinha...

Nem tenho conta de quantas pessoas boas conheci na vida - Deus foi imensamente bom para comigo. Prá minha sorte, eu me lembro da grande maioria delas...

Já contei prá vocês que eu brincava na rua quando era pequena. Eram outros tempos: poucas pessoas tinham carro, era um bairro da periferia, então as calçadas e o asfalto eram extensões do nosso quintal. A gente rabiscava o meio da rua com um caco de tijolo e pulava amarelinha, desenhava castelos e monstros, riscava o gol na hora de jogar bola - como rendiam os tijolos...

E todos os dias passavam os vendedores de guloseimas: o carrinho de pipoca, o homem do biju, o que vendia machadinha e quebra-queixo... Todos eles estão no céu, se depender das minhas lembranças e agradecimentos...

O homem da pipoca chegava empurrando o carrinho, vestindo seu avental bem branquinho, seu quepe também branco parecendo uma dobradura de papel. Ele parecia o seu Madruga, do seriado do Chaves - magriiiinho! Tocava uma buzininha de borracha avisando sua chegada, as crianças corriam prá dentro de suas casas, atrás de um trocado prá comprar pipoca. Todas, menos nós: a gente sabia que não tinha trocado... Ficávamos sentados no nosso muro, quietinhos, esperando prá voltar a brincadeira. Mas o homem bonzinho sempre chamava a gente depois de atender as outras crianças e, pegando um daqueles saquinhos de papel, sempre nos dava um tantinho de pipoca ou de amendoim torrado - que delícia!!! Abençoado seja...

O homem do biju, que dava um pacotinho prá nós seis dividirmos...

O do quebra-queixo, que nos dava um bilisquinho do doce...

E havia um senhor japonês, pequenininho e magro, quase da minha altura, que subia minha rua com uma cestinha de piquenique coberta com um pano de prato bem branquinho,  cheia de pastéis quentinhos feitos pela sua esposa, a fim vender nos bares da avenida...

Na descida, quando não vendia tudo, ele dava todos os que sobrassem prá gente - era o manjar dos céus! Que tristeza quando ele vendia tudo...

Um dia minha mãe pediu prá gente chamar ela quando ele estivesse voltando - queria conversar com ele. Tinha feito com todo o capricho uns panos de prato, bordados com flores e frutas feitos de aplicações de retalhos, prá recompensá-lo por tanta bondade...

Ele tinha aquele jeito humilde de se expressar, se inclinando prá fazer reverências à minha mãe enquanto agradecia - tão doce! Conversando com ela acabou ensinando a fazer a massa do pastel, que eu (a cozinheira da família) aprendi e uso até hoje - sempre me lembrando dele, que já foi pro céu...

Massa de pastel de pinga

1 xícara (chá) de pinga
1 colher (chá) de sal
1 colher (sobremesa) de glutamato monossódico
1/2 xícara (chá) de óleo
1 xícara (chá) de água
1 kg de farinha de trigo



Misturar os cinco primeiros ingredientes numa bacia bem grande, desmanchando o sal e o glutamato o mais possível. 



Ir acrescentando a farinha de trigo aos poucos, mexendo com uma colher. Primeiro até parecer um mingau. 


Daí, quando ficar difícil de mexer com a colher, ir jogando a farinha e mexer com as mãos. 

Sovar a massa bem e...
(Ooopa! Massinha de pastel errada...)

...ir acrescentando farinha até desgrudar das mãos e ficar lisa e brilhante, homogênea e sem caroços. Viu como a bacia fica limpinha? Toda farinha foi agregada à massa... 



Embrulhar no pvc e deixar na geladeira por uma hora, pelo menos.
Após esse tempo pegar bocados da massa, do tamanho de um ovo - mais ou menos - enfarinhar a mesa e abrir a bola de massa bem fina, com uns 3 mm de espessura.



Dica: se você não tem cilindro nem rolo prá abrir massa, use uma garrafa de vidro vazia, de superfície lisa - é fácil de manusear e de lavar, além de muito mais higiênica...




Rechear à vontade, com palmito refogado, escarola, ou carne moída, frango, queijo e tomate... 


Dobrar o pastel, fechar com o garfo apertando as beiradas. Eu não esquento muito com a belezura dele: eu podia cortar com a borda de uma caneca ou com a carretilha, prá ele ficar mais redondinho e bonito, mas todo mundo adora comer a massinha frita mesmo...
Fritar em óleo bem quente, escorrer sobre papel guardanapo.



O álcool da pinga evapora com a fritura, mas deixa um sabor delicioso na massa. 

Sabor de infância, de lembranças boas...

Agora vocês também, quando fizerem pastel em casa, vão ter uma lembrança associada a essa gostosura: até um simples pastel pode ter história... 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

A casa mais rica da rua


Quando eu era pequena todo meu bairro ainda estava se formando - as lâmpadas nos postes eram iguaizinhas as que a gente usava dentro de casa, iluminavam bem pouquinho. A rua não tinha asfalto, o quintal também era de terra - uma lameira em dia de chuva.... 

Me lembro quando o asfalto chegou - achei tão lindo o piche úmido, queria pegar um tantinho, modelar uma bolinha e guardar prá mim e até queimei minha mão... E, depois de seco, perdeu todo o brilho...

Lembro quando chegou a água encanada e todo mundo desativou seu poço - menos nós. Minha avó, sabendo da nossa dificuldade financeira, disse que a gente devia manter o poço funcionando, só pro caso de não ter como pagar a conta da água encanada... E ela tava certa: como o bairro todo estava mudando, expandindo a rede de distribuição da Sabesp, era comum não ter água na torneira - e aí era fila na minha porta, pedindo um pouco da água do nosso poço (aquela mesma gente que nos desprezava, por sermos os mais pobres de todos...). Eu ficava no portão, encarando um a um todo mundo da fila, com suas panelas, latas e baldes nas mãos - aquela água não saía de graça prá eles, tinham que me encarar nos olhos...

Em especial havia um vizinho que se achava a nata do copo de leite: pairava acima da pobreza do lugar, com sua casa enorme coberta de granito. Realmente era uma casa muito bonita (hoje já obscurecida pela beleza da casa da minha mãe, que foi desmanchada e refeita aos pouquinhos, com amor e capricho...). Esse homem tinha, no porão de sua enorme casa, uma oficina de costura. Nela trabalhavam dezenas de mulheres, todas sem nenhum tipo de garantia legal - ele não registrava, não respeitava horário de trabalho, não dava férias (e as pobrezinhas se sujeitavam, pois tinham que ganhar o pão de cada dia...).

A televisão era preto e branco (mas eu juro que assistia Zé Colméia, Pepe Legal, Fantomas, Speed Racer e Pernalonga tudo colorido! Meus olhos viam assim e acho que os olhos de todas as crianças da minha geração viam assim também - imaginação é uma ferramenta que não se compra, pois não tem prá vender e, se tivesse, não dava prá por preço nela...).

Quando esse tipo de televisão chegou nas lojas da rua da Penha (como chamávamos a Av. Penha de França...) custava os olhos da cara, só ricos podiam ter. Como meus tios, que eram muito ricos mesmo. 

E aquele vizinho da casa coberta de granito escuro, que tinha a oficina de costura, dizia prá todo mundo que também tinha uma. Eu e as outras crianças, brincando na rua o dia todo, até depois de anoitecer, sabíamos que ele tava falando a verdade: passávamos na porta dele e víamos as luzes coloridas do aparelho ligado prá hora da novela, transparecendo através da cortina de dois panos (uma de renda e outro de voal). Cortina com forro - coisa de gente chique, né?

Bom, um dia a filha caçula deles ficou com o bucho virado - era o jeito que chamavam quando a criança ficava doente, meio ruim do intestino, às vezes vomitando, às vezes com diarréia. E minha avó sabia colocar o bucho no lugar - ela segurava a criança pelas costas, cruzava os braços dela no peitinho, dava uma sacudidinha, descruzava os bracinhos e cruzava de outro jeito, dava outra sacudidinha e dava água prá criança beber. Logo ficava boa. Então, com a menina doente, chamaram minha avó - pela entrada lateral, da cozinha, eu junto dela prá fazer companhia.

Quando todo mundo tava distraído, adivinha quem se pinicou prá sala, prá espiar? Eu mesma. Vergonhoso, eu sei, mas eu era muito xereta, não parava quieta, queria saber tudo, falar com todo mundo... Ainda bem que eu fui aquietando com o passar do tempo...

Bom, fui até a sala prá ver a tal televisão à cores, ora! Ver como eram os botões (porque as televisões tinham montes de botões, a maioria deles muito lindos - não existia controle remoto) que ligavam, mudavam os canais, mexiam na sintonia... E, quando parei prá olhar a tela...

Colados nela havia um mosaico de pedaços de papel celofane, de várias cores - amarelo, azul sobre amarelo prá fazer verde, vermelho sobre amarelo prá fazer laranja... Essas eram as cores que se viam brilhando através da cortina, quando eles assistiam a novela - como é que a gente não percebia?

Coitados. Queriam tanto ser melhores que todos que nem percebiam que já eram - pelo menos muito mais ricos... Queriam ser mais e mais...

Hoje eu tenho pena, mas naquele tempo falei na cara deles: televisão colorida dessas não custa caro, não! Qualquer um pode ter! E contei prá todo mundo - coisa-feia-eu...

Bom, eles removeram o papel celofane (de que adiantava agora, não é?) - a luz que voltou a transparecer da cortina era a luz normal de uma TV preto e branco, até eles comprarem uma colorida de verdade (eles tinham dinheiro prá isso, afinal de contas...). Daí passaram a assistir, durante um tempinho, a TV colorida com a cortina puxada, bem aberta, que era prá esfregar na cara das pobrezas que eram melhores mesmo que todos nós. 

É verdade que foi apenas durante um tempo muito curto, pois a molecada toda (incluindo eu) ficávamos nos espremendo na janela, rindo e conversando alto, assistindo a TV junto com eles, sem um pingo de vergonha na cara de sermos pobres...

Daí tirei mais uma lição de vida: ninguém é melhor do que ninguém pelo que possui. Você pode ser rico e nunca estar feliz nem satisfeito, pode não ser mais do que um mentiroso...

Todo mundo pode trabalhar e comprar coisas boas prá sua vida - se não for uma Ferrari, pode ser um Gol usado, uma moto, uma bicicleta, um par de sapatos - e vai poder ir de um lado pro outro do mesmo jeito, seguir com a vida, de uma forma ou de outra. Mas, independente da maneira como você vive sua vida, como se locomove, da roupa que você usa, da comida que tem na sua despensa, todo mundo, um dia, deixa tudo isso prá trás e vai pra  debaixo da terra. Fato. E, enquanto você está aqui, melhor mesmo é ser verdadeiro, ser quem você é - vai que você dá azar e uma intrometida entra pela porta adentro da tua vida e te desmascara, não é mesmo? Daí, não adianta morar na casa mais rica da rua - a vergonha é a mesma...

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Uma gostosa calça




O tecido é o mesmo dos agasalhos escolares, uma malha grossa, encorpada. Quase não acreditei quando pesquei esse pedação de pano de dentro do saco de retalhos na malharia! Acho que foi descartado por causa da cor - não é todo mundo que gosta de azul claro... Mas eu, felizmente, não tenho tempo ruim: não sendo estampa de oncinha - que eu não consigo gostar, por mais que tente - qualquer cor é válida.

Primeiro pensei em fazer um vestido prá mim, daí pensei melhor e uma calça de agasalho teria bem mais serventia - tanto o garoto quanto Sua Majestade podem usá-la (e ainda sobrou um pedaço de tecido de 40 cm). E olha que eu fiz a calça bem comprida, pois o moleque é alto! Fiz larguinha também - ele detesta roupa pegando nas pernas...

O molde tirei do jeito de sempre: apoiei sobre um pedaço de jornal e copiei o contorno - mais simples impossível e sempre dá certo - ainda mais quando você sabe que o pano foi barato e daí não tem tanto medo de cortar...

Peso da calça depois de pronta: 400 g. Custo da calça (a 5 reais o quilo da malha): 2 reais. Nada mal, hein? Ficou linda, bem costuradinha (estreei minha overloque do amor com ela). Vai durar anos e anos e saiu quase de graça...


"Brigado", Einstein. Vindo de você esse elogio é muito importante prá mim...
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