Generosidade...

v Ensine a outros o que você sabe: não importa se é a receita de um cachecol, do maravilhoso prato de família, aquela dica infalível para sair do aperto... Quando a gente é mesquinho, vive pequeno! Seja generoso, mesmo se o segredo compartilhado é parte do seu sustento, afinal, sempre vai ter quem prefere comprar pronto e - com certeza - sempre vai ter quem precisa da sua dica para por o pão de cada dia na mesa. Viva grande!

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Na sala de espera

Tenho andado tanto em consultas e exames médicos que até desacorçoa... Se eu não levasse sempre uma coisinha prá distrair a cabeça, se eu tivesse que ficar igual todo mundo, sentada na sala de espera olhando prá televisão e assistindo programinhas que tratam dona de casa como imbecil eu já tinha ficado mais doente ainda - ai, ai...














Bom, fiz esses dois cachecóis - um deles com sobras de lã Cristal (não sei precisar quanto gastei, pois foram sobras mesmo...) e o outro (o marrom) levou dois novelos de Mollet 100 g. 

O de lã Cristal eu comecei com uma correntinha longa, de 1,50 m de comprimento e teci no Gráfico 1, trocando de cor a cada duas carreiras. Dá prá fazer sem prestar atenção, enquanto pensa na vida, pois é muito fácil.

O cachecol de lã Mollet fica parecendo trança em crochê, feita com ponto alto alongado 6 vezes e nele eu gastei os dois novelos até o final. Ficou um visual muto bonito, parece um pedaço de casca de árvore, uma camuflagem, adorei bastante. é um ponto muito gostoso de se fazer e que dá uma satisfação enorme - quando você vê o efeito tridimensional se formando... Também é de muito fácil execução - depois que você executa a primeira carreira. Eu faço de um jeito que não achei na internet (se você procurar no youtube acha ponto alto duplo e triplo em vídeo e depois é só fazer aumentando a quantidade de laçadas...). A melhor crocheteira do mundo, Sonia Maria, do blog Falando de Crochê  faz um ponto que tem o visual bem parecido, mas com um relevo diferente. No meu ponto dá prá passar os dedos por debaixo das tranças, pois elas ficam soltas, como tranças feitas com cabelo mesmo... 

Façam como acharem mais fácil - o importante é fazer algo bonito enquanto esperam o médico chamar...

Ah, desenhei gráficos:



Quanto ao meu probleminha de saúde são aquelas bobagens de velha: agora ando tendo umas tonturas estranhas, tipo sentada dá tontura, lavando louça e a porcaria da tontura aparece do nada... O neurologista acha que pode ser algo no Labirinto (que eu sempre desconfiei que tivesse um dentro da minha cabeça e agora a ciência comprova...) e a cardiologista acha que o coração é que é o culpado (pobre coraçãozinho, batendo sempre tão depressa, trabalhando tanto e ainda tem que ser culpado de alguma coisa...) - então, até descobrir, fica todo mundo preocupado com a mãezinha... Mas vai dar tudo certo, eu não me preocupo, pois sei que o Pai do Céu tá tomando conta, como sempre...

3 comentários:

  1. Rosa, quando vi esse segundo cachecol, já fiquei doida prá saber que ponto era! Fica mesmo como se fosse uma trança, né. Já fiz ponto alto com quatro laçadas, mas com seis nunca tentei. Gostei!!
    Coisa chata essas tonturas hein... mas assim que descobrirem o que é e tratar, há de melhorar!
    beijos

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  2. Oi Rosa querida, espero que fique boa logo, tontura atrapalha demais...
    Que bom que chegou seu livro! Fico feliz que tenha gostado, é de coração. Espero que seu marido goste da história!
    Grande abraço

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  3. Rosinha querida, antes de tudo, espero que essas tonturas não tenham a menor importância e que, assim com chegaram, desapareçam.
    Depois deixe que elogie esses lindos cachecois. Mas você não para nunca?
    As suas filhas são, certamente, as meninas mais bem vestidas da faculdade!
    Muitos beijinhos, muito colinho à mamã!
    Beijo da Nina

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