Generosidade...

v Ensine a outros o que você sabe: não importa se é a receita de um cachecol, do maravilhoso prato de família, aquela dica infalível para sair do aperto... Quando a gente é mesquinho, vive pequeno! Seja generoso, mesmo se o segredo compartilhado é parte do seu sustento, afinal, sempre vai ter quem prefere comprar pronto e - com certeza - sempre vai ter quem precisa da sua dica para por o pão de cada dia na mesa. Viva grande!

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Cuidando do que realmente importa...


Há mais ou menos três semanas atrás, mais precisamente dia 5 de maio - uma terça feira - o Marildo voltou do barbeiro se queixando de fortes dores nas costas. 

Toda terça feira ele frequenta o mesmo barbeiro, mas somente desta vez voltou se queixando de dores. Dei prá ele um relaxante muscular dos que eu uso, prometi fazer uma almofada prá ele levar no carro prá se acomodar melhor na cadeira quando fosse cuidar do cabelo e da barba (belamente esculpida, por sinal...) e fomos dormir - pelo menos eu fui...

O pobrezinho passou a noite acordado, tentando achar um jeito de se acomodar na cama, atormentado de dor... Dei umas gotas de novalgina mas só lá pelas quatro da madrugada é que ele conseguiu dar uma cochilada.

Quando me levantei - às 04:40 da madrugada, como é meu costume prá cuidar do café da manhã da Naninha e levá-la até o metrô - ele se levantou junto, tomou um banho rápido e disse que, após deixarmos nossa filha na Estação Penha, ele iria pro Pronto Socorro do Hospital Nipo Brasileiro.

Agarrei uma sacola com um tricô e fui junto - por companhia e por preocupação.

Pegamos uma senha pro Clínico Geral e uma pro Ortopedista - ele achando que era muscular, eu querendo investigar se não seriam pedras nos rins novamente (pois ele já havia feito duas litotripsias, tempos atrás...).

Ele não me deixou entrar em nenhuma das duas consultas - disse que não era criança e que não precisava de assessoramento. Saiu do clínico com absolutamente nenhuma providência - o médico não fez um exame de urina prá detectar sangue ou infecção, nenhum exame de sangue, nada! Disse que era caso de ortopedista - e lá foi ele, se consultar com o outro médico - que, sem pedir sequer uma radiografia, prescreveu relaxante muscular e anti-inflamatório, disse que a dor ia passar com os dias... 

Ah, passou uma ressonância magnética, a ser autorizada no convênio e ser feita futuramente...

E foi assim: ele tomando os remédios nas horas certas, usando bolsa de água quente, passando pomada - e nada da dor passar (muito pelo contrário - só aumentava...).

Ele não dormia - e por tabela eu também não... - mas não perdia um dia sequer de trabalho...

Quando se acabou o tempo dos medicamentos, ele começou a urinar rosado: era claro que não era muscular e então lá fomos nós de novo ao Pronto Socorro - de madrugada mais uma vez, já que depois das sete horas da manhã aquilo vira um formigueiro!

Estava sendo atendida a senha 30 - e a nossa era 69 (ia demorar à beça...). Arrumamos um lugar prá sentar, eu deixei com ele minha sacola de tricô e fui na enfermeira (ele ficou bravo comigo, mas eu estava doida de preocupação...).

-"Moça, meu marido não dorme há uma semana de dor e tá urinando com sangue, não tem jeito de apressar o atendimento dele?"

A moça - muito cortesmente - me disse que já, já meu marido seria atendido, que eu aguardasse a minha vez (muito obrigada por nada...).

Sentado do lado do meu marido um rapaz se ofereceu prá trocar de senha com a gente - acho que de ver minha preocupação (esse mundo tem gente boa, tem mesmo!).

Quando foi chamado o novo número (o pobre do rapaz perdeu 20 lugares!!!) meu marido ME MANDOU ficar sentadinha no meu lugar, que ele não era criança, sabia conversar com a enfermeira sozinho! Eu esperei ele entrar, se sentar, me esgueirei devagarinho e fiquei atrás da porta, escutando...

-"Então, o que o senhor está sentindo? Está com dor?"

-"Estou com um pouco de dor e..."

"Um pouco de dor!" - eu pensei - "Ah, esses homens e seu orgulho em admitir fraqueza...". Apareci na frente deles e disse:

-"Um pouco de dor nada! Ele não dorme faz uma semana! Só ontem à noite tomou 2 Tilatil e 3 Cetoprofeno, dava prá derrubar um cavalo! E ainda tá fazendo xixi com sangue!"

Ele me olhou tão feio, mas tãããõ feio!!! Pelo olhar era prá eu ter saído de perto, fugido prás montanhas, mas corajosamente (pois eu sou muito corajosa - diga-se de passagem) eu permaneci no meu posto de esposa intrometida, bem ali do lado dele. 

A enfermeira mediu a pressão (que tava altíssima! - coisa totalmente nova, pois ele tem a pressão normal), mediu a temperatura (e ele estava com um pouco de febre) e falou prá ele se sentar e aguardar o chamado da moça que faz a ficha.

Fomos nos sentar e ele ficou implicando comigo, dizendo que eu fiz errado, que ele é um homem adulto e não precisava que eu me intrometesse...

A atendente chamou prá fazer a ficha e ele disse: "Fica aí quietinha, nada de vir atrás de mim, ouviu?!" - irritadinho (mas eu perdoei, pois sei bem como é chato estar sem dormir e cheio de dor...). Obviamente não obedeci.

Lá estava ele fazendo a ficha, entregando documento e carteirinha do convênio e eu surgi do nada (de novo!) e falei prá moça que tinha que atender logo meu marido, pois ele estava com dores e urinando sangue. 

Ele me matou e enterrou com os olhos, a moça disse que a enfermeira já tinha priorizado o atendimento dele e eu voltei prá cadeira junto com ele, levando bronca bem baixinho (as mais perigosas das broncas, as feitas rilhando os dentes - ô homem mau, marido desnaturado!).

O "coisa ruim" foi chamado pelo médico quase de imediato - e não me deixou entrar junto. Falou até pro segurança que "a esposa dele não precisava entrar, ela vai ficar sentada na recepção fazendo tricô"...

Magoei. Tentei fazer tricô, não consegui, tentei prestar atenção no telejornal matutino da Globo, também não consegui...

Ele apareceu e me disse que o médico suspeitava que era pedra nos rins (coisa que eu suspeitei antes, prá variar...), pediu exame de sangue, urina e até tomografia de urgência! A dor que ele sentia era tanta que deram injeção de analgésico e não funcionou - as orelhas dele estavam até roxas!

O exame de sangue deu muito anormal, ele tava com infecção. Tinha açúcar na urina numa quantidade absurda, como se ele fosse diabético; tinha sódio como se ele tivesse comido um quilo de sal! Creatinina nas alturas, os rins dele não estavam filtrando o sangue, não estavam trabalhando...

Na tomografia foram detectadas duas pedras, do tamanho de ervilhas, bloqueando dois lugares dos rins - uma delas no caminho da bexiga...

Resumindo - que eu já cansei vocês com detalhes: cirurgia de emergência, mas não tinha vaga no hospital, todos os leitos estavam ocupados. 

Saí de lá às 10 horas da noite (tendo chegado de madrugada daquele mesmo dia!) deixando ele sentado numa cadeira, tomando soro, aguardando uma vaga. Meu filho nos levou prá casa - eu e as meninas, pois estávamos todos no hospital, desesperados. Cada um deles, quando soube, abandonou estudo e trabalho prá ficar com a gente... 

Meu moleque voltou pro hospital prá ficar com o pai e a vaga havia surgido - graças à Deus!

Foi uma briga - nós quatro queríamos ficar com ele no hospital. Eu porque sou a esposa, a Nana porque tá fazendo Medicina, a Lola porque só estuda e podia fazer isso tranquilamente no hospital e o Herkins porque é o mais alto e forte e podia ser de maior ajuda. Ganhou ele. 

Eu, em casa, não conseguia dormir à noite. O quarto parecia escuro e frio, a cama era enorme e gelada. Até os roncos dele me fizeram falta... A Nana faltou na faculdade  - primeira falta em 4 anos!

Acordei, dei o café da manhã das meninas, fiz bem cedo o almoço, fiz marmita pro meu filho (que engana a gente: diz que tá se alimentando, come só um pão de queijo e deixa por isso mesmo...) e fomos de ônibus pro hospital, aguardar a hora da cirurgia.

Burlamos a vigilância do hospital e ficamos os cinco juntinhos - só podia um acompanhante e quatro visitas, um ia ter que ficar de fora...

A cirurgia, que deveria levar uma hora e meia, levou quase 6. Rezamos o tempo todo - meu filho até disse que encarrilhava um Pai Nosso no outro, a ponto de não ter mais nenhum pensamento... Mas deu tudo certo, como Deus quis.

Ele se recuperando no hospital, eu em casa sem dormir de noite, tendo que ir de ônibus pro hospital... Se não era comigo, ele não se alimentava: vinha o café da manhã, ele bebia apenas um gole de suco, não tocava no pãozinho, na bolacha... Eu dava prá ele o almoço na boca, de colheradas, igual criancinha - comigo ele comia...

Como são frágeis os homens! Tenho certeza de que, por isso, Deus nos escolheu prá carregar os filhos no ventre: eles podem ter a força física e os músculos, mas o sexo forte somos nós!

Cuidei dele, cuidei de todos - não faltaram roupas limpas e passadas, comidinha de mãe, mesmo com as noites sem dormir. Mesmo com minhas próprias dores...

Ele em casa, se recuperando de licença, encarrapichado em mim, andando devagarinho pela casa à minha procura o dia todo - no tanque, na pia da cozinha, passando roupa... Dizendo que não sabe o que faria da vida sem mim...

De almoço pedindo um pratão de batata frita com queijo ralado, igual criança...

Meu "filho mais velho", o que me dá mais trabalho...

Assim que der volto no ritmo. Assim que tudo o que realmente importa na vida estiver novamente em seus eixos.

28 comentários:

  1. Que susto Rosa!
    Deus abençoes vcs!
    Ana, de BH.

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  2. Rosa homem è assim mesmo, parecem forte, mas não são.
    querida deixe tudo e va cuidar do seu marido,
    a vida virtual pode esperar, è a vida real que nao espera.
    melhoras para ele, e gostei de ler da união de sua família.

    bacione

    http://fifiacrocheta.blogspot.it/

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  3. Puxa, Rosa, bem que eu desconfiei que alguma coisa estava acontecendo com esse seu sumiço...
    Que susto!
    Bom, ainda bem que era só pedra nos rins e nada pior. Meu marido também tem, é muito sofrido, mas ele vai se recuperar. Ainda mais com todo esse carinho...
    Bjs querida e até breve

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  4. Amiga querida, que susto! Eu senti sua falta, tanto tempo sem notícias. Eu bem que pensei que alguma coisa mais grave estava acontecendo, mas não com seu marido e sim com sua mãe, visto que você já havia contado que estava às voltas com ela e os médicos. É, amiga, as doenças aparecem quando menos esperamos e nos pegam de surpresa. Que bom saber que ele está se recuperando e espero, sinceramente, que seja uma cirurgia definitiva, que não tenha que se repetir. Eu passei por situações semelhantes e sei bem como é. Mas o Senhor é maior do que tudo e nos dá o alento e a força que precisamos, na hora certa.
    Espero, mesmo, que ele se recupere logo da cirurgia e que você se fortaleça emocionalmente. Grande, grande beijo e abraço apertado e afetuoso.

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    1. Sabe que nessas horas, quando quem a gente ama tá precisando, nossas forças se multiplicam? A gente faz vista grossa prás nossas próprias dores, arregaça as mangas e carrega no colo, se precisar... Sei que você me entende, acho que você também é assim.

      Beijos, Ligia querida!

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  5. Olá, Rosa.
    A vida vira de pernas pro ar num estantinho.
    Cólica renal é terrível. Como é que seu marido foi empurrando tanto tempo, imagino o sofrimento.
    Mas é bom saber que tudo vai se encaixando.
    Como não podia deixar de ser, suas crónicas sobre crises ruins me levam ao riso: então você escutando a conversa e entrando de rompante - faço ideia a fúria do marido hehehe
    Desejo que recupere rápido e você: lembre de descansar ;)
    bj amg

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  6. Rosa

    Que bom que a cirurgia deu certo e marido está se recuperando.
    Logo, logo ele estará na ativa.

    Meu esposo, um pouco antes da Páscoa, teve dengue e olha, amiga, como derruba uma pessoa. Eu que sempre o vi tão forte, trabalhador, vivaz, sempre fazendo algo, sempre inventando e vê-lo totalmente prostrado por causa de picada de inseto...foi assustador para mim pois ele não se entrega mesmo com dor mas desta vez...ele dizia que eram insuportáveis as dores além do desanimo que esse vírus causa.
    Mas enfim, após uma semana de tortura pois tb não conseguia dormir devido a dor, ele foi melhorando e somente agora com um pouco mais de um mês de ter tiido a dengue que ele voltou a ser aquele homem que sempre foi: ativo, brincalhao e cheio de vida.

    So não entendo porque seu marido queria te excluir das consultas médicas dele!! Eu estou tão acostumada a acompanhar o meu esposo e ele a mim que nem cogitamos uma hipotese dessas de um não estar com o outro. e eu também não fico quieta, vou logo contando para o médico, acho até que detalho demais. Meu esposo nunca ralhou comigo por isso mas também ele sabe que nem adiantaria e mesmo assim ele sempre quer que eu vá junto nas consultas dele e vice-versa.
    Depois dizem que somos nós - mulheres - que somos dificeis de entender!!

    Bom, Rosa, o importante agora é ele se recuperar bem. O pior já passou e logo ele estará na ativa. E você...não deixe de se cuidar, hein?

    Bjs

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  7. Rosinha, estranhei a tua ausência e receei que algo tivesse ocorrido. Infelizmente não me enganei. Felizmente já tudo se compôs!
    Continuação da recuperação do seu filho mais velho.
    Beijinhos da Nina

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  8. Rosa, que susto amiga! Desejo melhoras ao teu esposo e quando der volte com suas histórias maravilhosas! Tudo de bom pra vocês! bjs
    Nina

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    1. Muito obrigada, Nina querida. Beijos!

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  9. Rosa...eu costumo dizer que na doença temos de ter a sorte de ser atendida com dignidade e sobretudo encontrar um médico que se interesse pelo doente!
    Espero que seu marido esteja bem melhor!
    Bj amigo

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  10. Rosa, hoje acordei pensando muito em você, pois estranhei mesmo o seu sumiço. Que bom que tudo tenha se resolvido. Que bom que esse "filho mais velho" tem uma maezinha assim tão carinhosa.
    Beijos querida.

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  11. Rosinha querida, tanta complicação e sofrimento, homem quando doente
    vira filho, mas ele tinha razão, dizem que dói muito, as melhoras para
    o Marildo e muitos beijos para todos amiga.

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  12. Rosa, pobre marido, quanto sofrimento! Mas o pior já passou, agora só ha de melhorar! Mas cuide-se também, pois você `e o pilar dessa casa!! Bjs

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    1. Incrível como nós, esposas e mães, somos mesmo os pilares da casa: a gente faz das tripas coração por todos eles, se multiplica em várias prá atender todo mundo. Eu mesma me espanto, às vezes...

      Beijos, Luci querida...

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  13. Rosa, rosinha, querida,

    Que bonito relato de união em família.

    Todos juntos preocupados e agindo pelo bem do pai e marido...isso é lindo!

    Ahh...eu tenho 4 pequenas pedrinhas nos rins ...(ainda)...nunca se manifestaram e espero que fiquem assim, bem quietinhas...tomei vários litros de quebra-pedra, agora não posso nem ver essa plantinha na frente...arrgh....

    Estimo que seu marido esteja muito bem.

    Eu aqui passei por luto por uma prima de 33 anos que partiu...câncer...foi tudo muito triste!!

    beijinhos, tenha uma boa e tranquila semana,

    Lígia e =^.^=

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  14. Que bom que o Marildo tá melhor, imagino o susto!
    Já ouvi dizer que essas dores são terríveis, sortudo o Marildo que tem você prá ajudá-lo na recuperação (e diagnóstico né?)
    Bjo bem grande,

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  15. Juro que não sei como você consegue! Até quando conta uma história triste me faz rir... aliás, rir e chorar ao mesmo tempo!
    Que Deus abençoe você e a família e que a recuperação do marido seja plena.
    Um gde bj

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  16. Melhoras para seu marido. Não esqueça de se cuidar também, nessa correria toda é preciso também se fortalecer para continuar a maratona. Boa sorte e tudo de bom para vocês!!

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    1. Obrigada pela preocupação, Débora querida. Deus nessas horas dá força prá gente, me sinto até remoçada, acredita? Nada é tão bom prá auto-estima quanto se sentir necessária...

      Beijos!

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  17. Olá, Rosa.
    Achei seu blog, sem querer, mas gostei muito daqui.
    Fiquei admirada com sua força e dedicação.
    Melhoras para seu marido, e que Deus continue te dando muita força.
    Beijos!
    Carol Sumitani.

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    1. Que bom que você apareceu, Carol. Espero que goste e volte sempre. Beijos!

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  18. Bom dia Rosa!
    Puxa, que susto heim?
    Melhoras pra ele e te cuida viu? Faz ele beber bastante água que é o melhor depurador que existe. As pessoas não têm o hábito de beber muita água durante o dia e isso causa graves problemas aos rins. Aprendi isso da pior maneira possível, pois tenho muitos cristais nos rins, e sem água virariam muitas pedras.
    Beijos em seu coração,
    Rosana

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    1. Eu também tive pedras nos rins muitos anos atrás. Minha médica me prescreveu comprimidos de quebra-pedra, comprados em casa de produto natural - me garantiu que era mais concentrado e eficiente que o chá. Com apenas um vidro eu me livrei delas e, a partir daí, jamais descuidei da ingesta de água. Obrigada pela preocupação, minha querida. Beijos e tudo de bom prá você.

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  19. Olá minha querida!
    Passei para agradecer sua visita e o importante comentário que deixou. Volte sempre, será um prazer te ver lá no meu FILOSOFANDO NA VIDA.
    Uma noite abençoada e um início de semana de muita paz e felicidade.
    Abraços, que Jesus seja a sua luz.

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  20. Oi Rosinha, como estão as coisas aí?
    O maridão está melhor?
    Quando puder, mande notícias.
    Vocês estão nas minhas orações.
    Bjs querida

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  21. Doe muuuuuuuuuito pedra no rim.
    Também passei por três litotripsia e não adiantou nada, foi preciso operar, a pedra era grande e muito dura. O médico colocou ela em um vidrinho e me deu...
    Melhoras para seu marido, e com certeza já está de todo recuperado pelo carinho recebido dessa família linda que vocês dois construíram.
    Beijo.

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