Generosidade...

v Ensine a outros o que você sabe: não importa se é a receita de um cachecol, do maravilhoso prato de família, aquela dica infalível para sair do aperto... Quando a gente é mesquinho, vive pequeno! Seja generoso, mesmo se o segredo compartilhado é parte do seu sustento, afinal, sempre vai ter quem prefere comprar pronto e - com certeza - sempre vai ter quem precisa da sua dica para por o pão de cada dia na mesa. Viva grande!

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Bolsa de calça jeans



Prá Naninha retornar às aulas com uma bolsa nova - que voltar das férias merece um agradinho, pois a vida fica puxada...

Bolsa nova em termos: era uma calça do Ike, desmanchada e bem utilizada.

Só que...

Ele ainda usava a tal calça - era, na verdade, a favorita dele... Dando uma limpeza nos guarda-roupas prá me ajudar a Nana separou umas calças dele e me garantiu que podiam ser doadas ou usadas prá fazer avental de cozinha - e eu gostava tanto dessa calça que resolvi "mantê-la na família"...

Daí, bolsa feita, lá vou eu mostrar ela prá família, recebendo elogios de balde cheio do Marildo - mas foi mais ou menos assim a cara do moleque:



Meu coração se partiu em milhões de pedacinhos - a favorita dele?!!! "Que diacho de mãe eu sou que não perguntei antes???"... Mas também: ele não usava faz tempo (eu falei...) e ele me respondeu: "Eu não sabia onde tava, mãe!" (justamente porque a Nana juntou o monte de calças e ajeitou numa sacola, no meu quarto de costuras...)...

Agora tô devendo uma calça nova prá ele - embora ele diga que não, tenha me abraçado, dito que tava tudo bem, que era só uma calça... Tenho que arrumar disposição de ir até o centro da Penha comprar outra e fazer surpresa.

Bom, transtornos à parte, a calça virou uma bolsa bem bonita. Fiz assim:


Descosturei a calça prá aproveitar todas as margens de costura - pois queria a bolsa bem grande.

Fiz a frente da bolsa usando metade da frente e metade da parte de trás da calça. Com as pernas da calça eu fiz tiras, emendei, costurei, desvirei e - prá esconder as emendas - costurei por fora a tira de algodão cru própria prá alças, que geralmente a gente usa por dentro. Ficou muito bonito - eu achei... - combinou. 
Tive que costurar as alças mais próximas das costuras laterais, por causa desse zíper grosso que tinha no bolso... Mas ficou bom mesmo assim, não ficou? Também coloquei spikes prá enfeitar, só porque eu tinha sobrando...



Enfeitei com bordados prontos que eu tenho de monte em casa - e que comprei baratinho lá na rua da Graça. Lá tem uma loja especializada só nisso, tem milhões de bordados lindos, todos a precinhos bem baratinhos, prá todos os gostos e bolsos.

Terminada a bolsa, ainda enfeitei com botões de madeira coloridos comprados da China, do Site AliExpress - um toque de cor sempre é bom, e eu usei botões nos tons da borboleta bordada...

Nos bolsos de um dos lados eu coloquei fechos imantados internos e, do outro lado, costurei por dentro velcro - que assim ela pode carregar coisas importantes (tipo bilhete único e trocados...) com mais segurança.

Usei manta acrílica presa ao corpo da bolsa: costurei cada costura já existente (bolsos, etc.) novamente, por cima delas mesmas, com linha da mesma cor, grudando a manta no brim, prá deixar a bolsa mais encorpada - muito embora o brim seja grosso, a manta deixa ela ainda mais fofa e mais forte. 

O fundo da bolsa eu fiz matelassado, prá dar mais resistência também...

Por dentro usei tecido preto, fiz bolso com zíper de um lado e 3 bolsos abertos, como sempre faço, do outro lado. 

Ah, se você quiser aproveitar a ideia e fazer uma também, assiste o vídeo aqui ou no Youtube:


Tinha dicas no blog da Paula Piai, mas acho que ela deletou o blog, porque o link que eu coloquei na última bolsa que eu fiz a partir das instruções dela não existe mais - espero que ela não delete também o vídeo no Youtube...

É uma bolsa deliciosa de se fazer, muito prática e muito útil, especialmente se você precisa carregar muita coisa como a minha Naninha. E você ainda pode adaptar e fazer menor, usando a mesma técnica, que é muito fácil.

Espero que vocês tenham gostado e que deem um bom destino a uma linda - mas já cansada - calça jeans (mas, se não pertencer a vocês, perguntem antes de cortar...).


terça-feira, 7 de abril de 2015

Matelassada...




De um jeito fácil e que custa pouquinho...

Primeiro: sou uma negação em matéria de patchwork... O máximo de emendação de retalhos que eu faço é o velho emenda-quadradinhos, tudo feito no olhômetro... Quando eu era pequena todas as roupas velhas eram aproveitadas prá se fazer cobertas de retalhos emendados - e só quando a roupa já não tinha serventia (por não caber mais no tamanho ou por estar com partes roídas de tão gastas...). 

Mas fico com os olhos brilhando quando vejo as artes da Ana Cosentino, por exemplo... Outro dia, no Blog da Helena (Minha Primeira Costura) ela comentava que tava sem empregada prá fazer as faxinas e sugeria que bem poderia trocar aulas de costura pelo serviço... 

Aproveitando essa ideia, se a Ana Cosentino morasse perto de casa... Eu bem que ia sugerir se ela não queria fazer umas trocas de bolsas por serviço, ou por tricô, ou por meus mundialmente famosos dotes culinários... Ai, ai...

Mas me virei bem de novo - mesmo sem ter todo o talento dela. Não uni retalhos, mas dei uma matelassada básica na última bolsa que fiz prá minha Naninha...



Fiz maior que esta última AQUI, que foi feita de corino. 



Desta vez usei três tipos de tecido: Jacquard de decoração (usado prá fazer cortinas e almofadas) preto prá ser o pano base da bolsa, brim preto pro forro e um pedaço de popeline estampada prá fazer o detalhe do bolso.

Do lado de fora eu matelassei tudinho - prá grudar os tecidos na manta acrílica e, além de ficar bonitinho, dar mais resistência à peça.

Prá fazer é bem fácil - espia só num outro tipo de tecido:


Você usa nossa velha amiga: fita crepe.

Eu sei que existe pé de máquina prá fazer esse tipo de trabalho - mas eu não tenho. Toda vez que eu saio de casa eu me prometo passar na loja de máquinas prá comprar, mas sempre acabo sofrendo de amnésia quando atravesso a porta - um horror ficar velha... Mas eu não me desespero - me viro! E você, que também sempre esquece de comprar o tal pesinho, vai se virar também:

Vai colando pedaços da fita por sobre toda a parte que vai ser matelassada, com uma distância de uns 3 mm entre cada fita - e passa uma costura nesse meinho. Depois que matelassou tudo num sentido, arranca com cuidado as fitas e cola no outro sentido, prá fazer os losangos - a cola dura umas quatro coladas...

Fiz isso no jacquard preto e na popeline, daí montei a bolsa como ensina a Paula Piai no blog Juju Teteia - só que esta segunda bolsa eu fiz maior do que ela ensina, prá caber mais coisas.

A Naninha adorou e as amigas também queriam uma - pena que a mãezinha dela não aguenta nem com a própria carcaça prá poder pegar encomendas...




Fiz bolsos internos - um com zíper de um lado e três que ficam somente abertos, prá encaixar celular, carteira, etc. 

Prá dar sustentação na bolsa eu fiz um fundo removível - e não negando jamais meu título mundial de "Rainha do Improviso" eu usei uma capa de caderno velha e a parte reta de uma embalagem plástica de desinfetante:




Ficou bem firme, ninguém jamais vai saber da minha "gambiarra"...

Do lado de fora, além do bolso ter zíper, coloquei um enfeite de flor que eu pintei com esmalte de unha:




E - por falar em esmalte e inspirada pela Nina, do blog O Meu Pensamento Viaja - dei uma resgatada na vaidade perdida e pintei as unhas:



Não é lindinho esse esmalte? E o nome combina comigo: "Amor de Mãe"...


Mesmo o ato de pintar as unhas tem que ser divertido, igual brincar - eu, pelo menos, me divirto sempre que posso...

quarta-feira, 18 de março de 2015

A bolsa que eu falei...

Que eu fiz prá minha Nanam levar os livros prá faculdade:



Aprendi a fazer neste vídeo aqui:



E tem as medidas das partes no site da artesã Paula Piai, Juju Tetéia. O vídeo é super explicado, facílimo de entender. Se vocês quiserem se aventurar a fazer uma primeira bolsa, que seja fácil e que, ao mesmo tempo, fique linda, tentem essa.

Minhas modificações:

Primeiro eu não fiz de tecido - usei corino. Achei que assim ficaria mais forte prá aguentar o peso dos livros e apostilas pesadões que minha Nana leva todo dia... O corino eu comprei um retalho no tapeceiro perto de casa -o mesmo onde o Marildo comprou o retalhão prá fazer a pet-escada... Só que, enquanto ele cobrou um preço ótimo pro Marildo,  me achou com cara de rica e quis me fazer de boba - pode uma coisa dessas? O retalho que eu comprei era 1/5 do tamanho do bege, media 1 metro por 46 cm e ele queria me cobrar 20 reais!!! Eu fingi me interessar por outras coisas, fui perguntando preço aqui e ali, dizendo que achava que valia mais a pena comprar tecido mesmo e, no final, ele foi abaixando o preço até chegar em 10 reais - o que também achei caro, mas me apaixonei pelo corino, então levei.

Segundo: eu não achei meus botões imantados prá por no bolso da frente, igual a Paula Piai ensina, então, como eu tinha zíper de sobra, abusei deles...

Terceiro: dentro da bolsa eu fiz compartimentos prá guardar coisas como celular, carteira, necessaire...

Vamos lá ver minhas modificações:



O centro da parte da frente eu cortei quatro pedaços de tecido: dois quadrados de corino de 24 x 20 cm - para o centro da bolsa, onde vai o zíper e dois retângulos de  11 x 39 cm para as laterais. Cortei um pedaço de brim preto de 24 por 20 prá parte de baixo do bolso, a parte que realmente é utilizável. Preguei o zíper igual sanduiche na parte de baixo de um dos lados do zíper, rebati a costura e depois preguei na parte de cima, também rebatendo a costura.

Feita a parte central da frente foi só pregar as duas laterais e também rebater a costura. Segui fazendo frente e costas da bolsa como a Paula ensina, pregando a manta acrílica com zig zag em toda a volta delas.

Na hora de pregar as alças - que foram feitas de brim preto com a alça de cadarço de 4 cm de largura por dentro, prá dar corpo - eu costurei duas vezes, que é prá alça não descosturar. 

Dentro da bolsa: numa das partes eu fiz um bolso com zíper, medindo 25 x 22 cm. O zíper foi de 18 cm.

Medi e marquei o tamanho do zíper (só a parte que abre) e costurei a primeira parte do bolso, contornando o risco do tamanho do zíper.

Cortei uma abertura, dando piques nos cantos. Ah, tudo isso foi feito do direito, da parte que vai ficar prá fora, aparecendo o zíper. Daí a gente aproveita a abertura e põe o bolso prá dentro.

Virada a parte do bolso prá dentro eu dei uma passada à ferro e encaixei o zíper - viram como ficou bonitinho?

Alinhavei, costurei...

Fica assim do avesso - feio, né? Mas não vai aparecer, vai ficar escondido. Hora de juntar o forro do bolsinho...

Juntei a outra parte, alinhavei...


Daí é só costurar todo o contorno e depois fazer zig zag, sem esquentar muito com a aparência pois vai ficar por centro.

Testando, testando... Abriu!

Fiz igual minha mãe fazia bolso embutido em calça - me lembro de espiar ela fazendo quando eu era pequena e achar mágico...



Depois, no outro lado do forro, peguei um pedaço de 39 x 45 cm (do exato tamanho da bolsa), dobrei no meio, prendi com alfinetes, prendi no forro com zig zag e fiz duas costuras prá dividir compartimentos: mais 3 bolsinhos internos, bem funcionais. Costurei nas marcações feitas com giz usando zig zag bem miudinho.

De resto foi só seguir a montagem do vídeo - Ah, como eu fiz a bolsa misturando corino com brim preto eu achei de inventar um enfeitinho, então prendi duas tiras do lado de fora, uma acima e outra abaixo do zíper e enfeitei com pequenos spikes prá dar um charme...


Dentro da bolsa ficou assim:

Conselho de quem sabe: costurar corino em máquina doméstica usando junto forro de brim e manta acrílica é só prá quem tem máquina topa-tudo como a Janome 2008 (que aguenta até 9 camadas de jeans), usando agulha 14 ou 16, muita paciência e muita coragem, porque é difícil!

Gastei: 3 zíperes - nos quais paguei 5 reais nos três (dois grandes prá fora e um pequeno prá dentro), 1 m de manta acrílica (7 reais - mas não gastei toda), o pedaço de corino (10 reais), 3 m de cadarço de algodão de 4 cm de largura (4,50 reais) e quase um metro de brim preto (6,50 reais). E linha preta, obviamente. 

Menos de 35 reais pela bolsa - bom demais, né?

Na sua primeira tentativa faz de pano, assim você não desanima.

Já tenho outra planejada, encaminhada dentro da minha cabeça - só falta arrumar tempo...

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Água

Como é preciosa - e quão pouco valor damos a ela...

Assisto na minha vizinhança às lavações das calçadas, a preguiça no uso da vassoura...



Eu tive uma vez uma empregada, muito caprichosa - diga-se passagem... - que tinha o feio hábito de lavar a louça com a torneira aberta o tempo todo: de copo em copo, prato em prato, talher em talher, lá ia embora a água limpinha pelo ralo, chó-ló-ló-ló... Eu trabalhava e não sabia disso, então um dia cheguei em casa mais cedo, devido a uma consulta médica, abri a porta e escutei a água escorrendo aos borbotões! Fechei a torneira, fui procurar a moça - que estava na  área de serviço, pendurando as roupas torcidas pela máquina. Quando reclamei da torneira aberta ela disse que tava lavando louça, só tinha dado uma pausa prá pendurar as roupas e que sempre deixava a torneira aberta prá escorrerem embora os restinhos de comida... 

-"É que assim nunca entope a pia!" - disse ela, com cara de que "Tô te ensinando essa, patroa...".

-"Se você raspar com a colher o que sobrou nos pratos e puser pro cachorro, também não entope a pia e é mais barato..."

Eu falei que não era prá deixar a torneira aberta, que água custava dinheiro e ela, me olhando feio, disse que eu tava chorando miséria, que eu era "rica" e podia pagar pela  água...

A gente escuta cada absurdo nessa vida... Mas foi o último dia dela na minha casa, foi desperdiçar água na Casa do Chapéu!

Bom, não tem que desperdiçar nada - muito menos água - e tem que beber bastante, porque nosso corpinho precisa.

Essa bolsinha fiz prá minha Naninha carregar sempre perto dela, presa na bolsa, do lado de fora, sua garrafinha de água:


E se faz assim:

 
O círculo foi cortado usando um coador Melita de molde, mas mede 11 cm. Quiltei ele todo, na largura do pé da máquina, usando ponto reto e a manta acrílica por baixo - quiltei só no círculo que vai por fora, o de dentro não precisa.

Quiltei também a parte lateral de fora - não são lindas as girafinhas?

Tudo é cortado duas vezes, mas a parte de dentro é 1 cm maior na altura - já explico por quê...

Fiz duas alcinhas assim: 31 cm de comprimento por quatro de largura. Dobra 1 cm prá dentro de cada lado (fica com 2 cm de largura). Daí dobra um lado em cima do outro e costura - ficam duas alcinhas de 31 cm por 1 de largura.



Prendi com uns pontinhos as alcinhas na parte da frente. Não usei alfinete porque a parte de dentro vai por cima e eu podia acabar quebrando a agulha costurando ele.



Parte de fora e parte de dentro, direito com direito com as alcinhas no meio e uma costura reta prá prender tudo - só aonde ficam as alças...

Nessa hora, se você quer fazer uma só alça comprida, prá usar em diagonal  no seu corpinho enquanto faz caminhada (igual maleta de carteiro...) sinta-se a vontade. 

Daí, quando vira, aquele centímetro a mais que o lado de dentro tinha fica parecendo viés - já dá o acabamento na peça. Mas eu deixei dobrado assim só prá mostrar como vai ficar no fim, por enquanto deixa os dois lados separados.

A fechachão da bolsinha: não adianta por zíper, que a boca é muito pequena. Deixar aberto também não dá, fica escancarada demais. Optei por elástico, que fecha direitinho e dá prá tirar a garrafa de água de dentro sem drama. Usei elástico bico de pato, de fazer calcinha mesmo - não sei onde diacho está o meu rolo de elástico chato! Mas vai ficar escondido mesmo, então não tem problema. Você usa o elástico que quiser ou tiver.

Preguei o elástico em linha reta numa distância de quatro centímetros da borda da costura do lado que vai ficar prá fora e em cinco centímetros da borda do lado de dentro, prá elas se encontrarem no mesmo lugar.

Usei ponto zig zag, linha branca - devia ter usado linha escura do lado de dentro, mas agora já foi, não vai aparecer mesmo.

Agora é costurar toda a lateral antes de por o fundo. Alfinete direitinho, encontrando a costura que divide dentro/fora, deixando uma beiradinha sem costurar - é por onde vai desvirar a bolsinha quando estiver pronta.

Não dá prá ver muito bem, então clique na foto e você vai ver o pedaço sem costurar que vai ficar no avesso.


Agora alinhave os fundos (não alfinete, ALINHAVE, sem preguiça!). Costure e faça uns piques porque é redondo e precisa, senão fica feio.

Alinhave também o lado de dentro.

Corte os excessos de manta, depois de costurado e faça piques prá assentar melhor.

Agora, pelo pedacinho que ficou sem costurar, desvire tudo devagarinho e com delicadeza - você não quer romper os pontos e ter que fazer nada de novo.

Eu sei, parece um parto. A coisa custa a sair por um buraco tão pequeno...

Mas sai: depois de tudo desvirado fica assim, uma linguiça de pano. Costura à mão, com pontinhos bem pequenos, o buraco do lado de dentro. 

Empurra prá dentro o forro... Passa uma costurinha na beirada, onde parece viés, prá garantir um melhor acabamento e também prá segurar o forro lá dentro e empinando as alças prá cima. 



Na minha eu passei uma demão de Termolina Leitosa em tudo, com pincel macio - só do lado de fora. Como o tecido estampado é clarinho, é imã de sujeira. A termolina dá uma impermeabilizada, garante vida mais longa à peça. Também ajuda a não desbotarem as girafinhas...

E pronto! Minha filha pode levar água na garrafa - cabe até uma garrafinha térmica com chá gelado, se ela quiser. Ela pendura na lateral da bolsa usando um gancho de chaveiro e a garrafinha fica protegida e sempre à mão - e se você usar manta térmica, que vende por metro em vários lugares, a água se mantém fresquinha!



Faz uma prá você!
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